Escrever, a única coisa melhor do que ler. Eu adoro, embora não o faça com muito talento, com muito cuidado e ainda com alguns erros de português. Mas faço, me encontro quando escrevo, me toco me acrescento coisas, que só posso realizar aqui. É em uma folha de papel que tudo acontece. Escrever é a melhor ideia para essa noite!!!
O tédio só não é maior, por que tenho conversando, escrito palavras e sendo respondido na medida do possível. Não que eu quisesse isso, já não me interessa mais pelo que as pessoas escrevem, ou pelo que pensam, isso já fugiu das minhas vontades.
Quando escrevo, ponho, ou tento por em palavras as inquietações, e sensações que moram dentro do ser intimo, e sombrio que sou. Cheio de desejos que não consigo decifrar, e talvez com algumas frases prontas, ou algumas palavras sem sentido, consiga me olhar melhor. Talvez apenas com palavras ditas eu conseguiria ser melhor, e expressar a angustia que sinto por estar num mundo perdido, que eu ajudei a desleixar. Julgando pessoas, impondo a elas o que eu acho certo, e de que forma deveriam ser. Pareço até uma religião.
De certa forma, é medo, medo de algo que eu não possa ter, ou não possa fazer. Medo de perder, de ficar sozinho. Medo de morrer sozinho!
Mas escrevendo, eu tenho devaneios e sonhos; de esperanças que se confundem com a realidade. O desespero parecer estar longe, quando escrevo palavras de amor. A desesperança que se abate em mim é constante. Mas a esperança é maior, e foge dos meus pensamentos quando escrevo, e lembro que a graça da vida são essas coisas. É o que escrevemos, é o que pensamos, e que convivemos. Quando nos decepcionamos.
O prólogo antes do final seria. O que mais devo escrever aqui para acrescentar que minha vida não é em vão, e nem mentirosa? Quem sabe devesse falar sobre meus amores. Foram tantos, mas cada um teve sua importância, e alguns deles mais importantes que outros. Posso citar, ou pensar, ou escrever sobre eles, ou chorar sobre eles.
Com alguns minha vida fez sentido geral. Quem diria que eu pudesse me sentir assim por aqueles alguns que passaram na minha vida! Ela teve sentido com cada um. Mesmo nas praças, onde nós caímos, e eu sangrei. Eles estavam lá, comigo. Tudo fez sentido.
Eu sou um caçador, alguém que está sempre atrás de algo, seja o que for, e nesse momento, a vida em sua maior plenitude é o que busco, a salvação da minha alma, e da minha fé. O pilar que segura minha alma. É a busca pela sensatez humana que tenho em mim, pelo sorriso do meu coração, pelo amor, pelo sexo, pelas virtudes do homem. Eu quero ser o herói, quero ser o mocinho de uma história, e quero ser salvo pelo meu herói. Eu tenho esse direito. Quero vida. O vento no rosto e um sorriso nos lábios! Sem mais melancolias e tristezas.
O tédio só não é maior, por que tenho conversando, escrito palavras e sendo respondido na medida do possível. Não que eu quisesse isso, já não me interessa mais pelo que as pessoas escrevem, ou pelo que pensam, isso já fugiu das minhas vontades.
Quando escrevo, ponho, ou tento por em palavras as inquietações, e sensações que moram dentro do ser intimo, e sombrio que sou. Cheio de desejos que não consigo decifrar, e talvez com algumas frases prontas, ou algumas palavras sem sentido, consiga me olhar melhor. Talvez apenas com palavras ditas eu conseguiria ser melhor, e expressar a angustia que sinto por estar num mundo perdido, que eu ajudei a desleixar. Julgando pessoas, impondo a elas o que eu acho certo, e de que forma deveriam ser. Pareço até uma religião.
De certa forma, é medo, medo de algo que eu não possa ter, ou não possa fazer. Medo de perder, de ficar sozinho. Medo de morrer sozinho!
Mas escrevendo, eu tenho devaneios e sonhos; de esperanças que se confundem com a realidade. O desespero parecer estar longe, quando escrevo palavras de amor. A desesperança que se abate em mim é constante. Mas a esperança é maior, e foge dos meus pensamentos quando escrevo, e lembro que a graça da vida são essas coisas. É o que escrevemos, é o que pensamos, e que convivemos. Quando nos decepcionamos.
O prólogo antes do final seria. O que mais devo escrever aqui para acrescentar que minha vida não é em vão, e nem mentirosa? Quem sabe devesse falar sobre meus amores. Foram tantos, mas cada um teve sua importância, e alguns deles mais importantes que outros. Posso citar, ou pensar, ou escrever sobre eles, ou chorar sobre eles.
Com alguns minha vida fez sentido geral. Quem diria que eu pudesse me sentir assim por aqueles alguns que passaram na minha vida! Ela teve sentido com cada um. Mesmo nas praças, onde nós caímos, e eu sangrei. Eles estavam lá, comigo. Tudo fez sentido.
Eu sou um caçador, alguém que está sempre atrás de algo, seja o que for, e nesse momento, a vida em sua maior plenitude é o que busco, a salvação da minha alma, e da minha fé. O pilar que segura minha alma. É a busca pela sensatez humana que tenho em mim, pelo sorriso do meu coração, pelo amor, pelo sexo, pelas virtudes do homem. Eu quero ser o herói, quero ser o mocinho de uma história, e quero ser salvo pelo meu herói. Eu tenho esse direito. Quero vida. O vento no rosto e um sorriso nos lábios! Sem mais melancolias e tristezas.
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