quinta-feira, 10 de setembro de 2009

a delicia de se amar

- Samuel sinto muito o que eu aconteceu na semana passada.Creio que fui injusta com você. Me perdoa? Há muitas coisas que você não sabe a meu respeito. Bem, na realidade, não sabe nada de mim. Ou quase nada.

Foi com esse trecho que eu resolvi voltar à posta um texto aqui no blog.
E como sempre, é falando de amor que acerto. O amor é doce, e é incontestavelmente delicioso de sentir. Ao ler um romance, e me deparar com as desventuras dos personagens, e inconcebível a comparação de nossas vidas humanas com a deles, que em certo sentido, são humanos. Ao ler esse trecho, me senti extremamente alegre, pois quem leu sabe como o nosso personagem o Samuel teve seu coração partido, quando Gabriela foi incessível aos seus sentimentos. Então quando ela liga, ele treme. Isso é bem parecido com nossas reações diante de quem amamos, ou por quem nutrimos sentimento, nossa pernas tremem, nosso corpo soa. É um turbilhão de sentimentos que fazem pirar.

Nossa realidade se destorce, e o que sentimos é inexplicável. É vontade de gritar, e correr!
O amor, o sentimento de amar é inexplicável, apaixonar-se, sentir as bochechas avermelhassem, e o rosto arder. É inacreditável o que ele faz. Porém, existe um amor que não é assim tão reconfortante.
O pior do amor é o mais comum, é o amor não correspondido, é o amor que dói. E esse amor é mais comum na vida. Desde da adolescência, aprendemos o quanto o amor pode machucar, o quanto ele é cruel, mas nunca desistimos, porque somos sempre forçados por ele a amar, seja quem for. E ta na amargura do amor, o remédio para ele. Pois não importa o quanto nos machucamos, por ele sempre vamos resistir, vamos continuar. É doce amar. Mas as incertezas são visíveis, e no amor, o que mais vale, é não esperar nada! Apenas amar.

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