Sexta-feira, dia 07/08. As datas foram colocadas em referência a minha viagem a Porto Seguro, e também a uma semana das minhas férias, e lógico do início das aulas, ou seja, tudo de uma vez. O que me levou, porém a vir aqui novamente nesse blog, que ao invés de informar, é apenas um diário, onde coloco minhas felicidades e frustrações têm sido, uma certa tendência a angustia, ao medo.
Hoje faz um dia bem agradável, com uma brisa forte, mas suave, fazendo com que o mensageiro dos ventos da minha janela balance sem para. Eu to com um milhão de coisas na cabeça, já não sei mais o que fazer nem tenho certeza de nada, pois as minhas certezas vieram por água abaixo, me sinto um animal indefeso, e engaiolado. Contudo alguns sonhos me deram uma direção. Eu tenho apenas que ter, aquilo que realmente preciso.
Estou num dia, em que olho para trás, a cerca de duas ou três semanas, e percebo que tudo aconteceu ao mesmo tempo, com tanta intensidade, que eu não soube o que fazer e nem controlar, a não ser me deixar levar pelos acontecimentos. Somos levados a sonhar, sonhamos, e sempre acordamos, a na grande maioria das vezes, nosso sonhos, são apenas isso, sonhos. Eu confesso, tenho medo de falhar, de não ser feliz, de não conquistar aquilo que quero. E isso vai bem mais longe do que essas palavras.
Nasce um desapego as coisas, na verdade uma volta, até porque eu estou sempre em um circulo vicioso, é mais uma fase que dessa de questionamentos que vêem sempre nos dias em que eu me sinto mais próximo de Espiritual, do que do mundano. E nesses dias que se passaram pós-aniversário, eu estive muito mundano. Quando, por mais que eu seja humano, não gosto de estar tão perto assim do mundano, do comum. Quero ser sempre mais simples que isso, não para os outros, mas para mim.
E me sinto próximo de mais dessas coisas que eu desejo no fundo do meu ser, quando sou colocado diante de um dia como este, com um Sol, lindo, brilhante, e inspirador. Ou de uma noite clara sob a luz da Lua, dois astros que me contagiam de uma forma única. Então de certa forma me sinto contagiado a ir bem mais longe do que tenho chego, por que aonde cheguei ainda não é o suficiente. O que mais importa é o que você pode somar, ao conhecer.
E uma coisa, que infelizmente aprendi, e, contudo, terminar a aceitar, é que para conhecer, ou obter o novo, temos de deixar o velho, grandes civilizações e impérios caíram para que outros surgissem, é assim que deve ser, o apego não nos deixa crescer. E para crescer, é preciso sacrificar.

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